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SINGULARIDADES MADEIRENSES

Publicado por António Luís | Marcas , | Publicado em 12.10.09

Alberto João Jardim, esse ditador de pacotilha, como é simpaticamente mimado pela inteligência continental, pensa em tudo, inclusivamente em coisas que, vistas bem as coisa, até nem são más de todo... Por exemplo, aqui na Madeira, uma pessoa não corre o risco de ao abastecer o depósito do carro num dia, constatar que o combustível aumentou umas horas antes, como havia aumentado no dia anterior e por aí fora. Nem corre o risco dos preços aumentarem enquanto abastece, coisa que não é assim tão difícil de acontecer numa bomba da metrópole. Aqui, graças a esse ditador de polichinelo, os combustíveis mantêm o seu preço e, quando sobem ou descem (muito menos vezes do que na main land), a coisa é comunicada aos indígenas, seja pela rádio ou pela TV, seja pelos jornais, inclusivamente aqueles que, segundo a esperteza de Lisboa e arredores, são controlados pelo feroz tirano. Portanto, Alberto João, esse facínora tiranete, até concede umas benesses ao seu pobre e oprimido povo que, para não variar, lhe agradeceu como mais um pleno de vitória nas eleições de ontem. Vistas as coisas de Lisboa, postas assim tão desnudadas, constata-se que por aqui, 300 mil autóctones e "turistas acidentais" (como eu) não passam de uma cambada de asnos, a anos luz da tremenda inteligência iluminada da capital e arredores. Já ontem escrevi. Lisboa é o centro do umbigo desta gente e acidentalmente, existe um rectângulo de país à volta porque sim.

Comentários (1)

  1. Pois é... eu já conhecia um pouco dessas tiranias pois tive colegas de curso madeirenses e eles "lamentavam-se" constantemente da vida no continente!

    Caro colega e amigo... tens aqui um visitante assíduo... embora nem sempre deixe a marca de comentário.

    Um abraço e que tudo corra bem!
    Caroteno

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