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IRONIAS DO TEMPO*

Publicado por António Luís | Marcas , | Publicado em 1.2.10

A distância cava uma saudade funda.
Não sei bem, tanta vez, como consigo viver sem o teu silêncio, sem as tuas palavras, sem os teus gestos, sem os teus passos (hoje) tão lentos.
Vejo-te, imaginando-te, sentado na beira de um banco duro de cimento, com o olhar preso nos nadas que correm pela estrada, à espera que eu chegue para poderes falar comigo e perceber o quanto me fazes falta!
Junta tua solidão à minha e talvez possamos perceber as lágrimas que me caem da cara, me molham o teclado e me perturbam os dias.
Vi-te tanta vez a passar pelo tempo e hoje, tanta ironia depois, vejo o tempo a passar por ti, sem o respeito que mereces! Obrigado por aí estares!
* Dedicado ao meu pai...

Comentários (1)

  1. Gostei!
    Um Abraço deste lado.

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