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CARLOS, O DURO

Publicado por António Luís | Marcas | Publicado em 1.9.10

O seleccionador nacional de futebol continua firme no seu posto, defendendo-se como pode das "balas" que o atingem.
Vendo-o e ouvindo-o e depois vendo e ouvindo o senhor Madaíl, mais me parece que Queiroz terá razões válidas para se defender, quase todas para além do simples treino do futebol e que, não raras vezes, são tão ou mais importantes que o rolar da bola e no deve e haver dos resultados.
Vamos ver como a "coisa" acaba...

Comentários (1)

  1. Para mim o futebol, ainda é, o que jogava nos miseráveis 5 min. do intervalo do liceu, o "árvore-a-árvore" (cada baliza era uma árvore, e portanto a baliza era redonda), ou o que antes jogava no meio da rua, com carros á mistura e tudo, ou que joguei escassas vezes, onde calhava, com a minha filhota quando era mais pequena ... enfim ... depois aprendi com os "mestres" que esse não era o verdadeiro futebol, era um que se jogava nos estádios, com milhões aassistir, etc., e que afinal eu é que estava enganado ...
    Depois percebi a relação não declarada entre o futebol e o vil metal ... desde então faço parte do clube dos anormais ... os que não podem sequer ouvir falar de futebol profissional e cujo único comentário que fazem é: VÃO TRABALHAR CAMBADA DE CALÕES!

    (pensando bem isto também se aplica a outros "profissionais" ...)

    Ass. 5513

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